Wednesday, January 21, 2009

Three Simple Ways to Abandon Your Family

"When enough is enough, when federal investigators are on your trail, or you’ve decided to marry that cocktail waitress after all—it’s time to leave. RALPH GAMELLI has a guGo Out for Cigarettes and Never Come Back"




Go Out for Cigarettes and Never Come Back

1. Start smoking at least three months prior to attempting your deception. (Six months is actually preferable.) This will lend you the credibility that’s fundamental to success. For example, you wouldn’t claim to be going out to buy a newspaper if you’ve never before shown an interest in reading the paper. Each puff will cement in your family’s mind the notion that you’ll have to regularly go out to replenish your supply of cigarettes.

2. Don’t smoke inside the house. This will betray the hostile feelings that have been building up toward your family for many years. Smoke outside on the porch, so they’ll think you still care about them. This way, when the big day finally arrives, they’ll be far less suspicious that you’re leaving forever.

3. In the days preceding the execution of your plan, be sure to make repeated offhand remarks such as “Boy, I am certainly running low on cigarettes” and “One day soon I will undoubtedly need to make a special trip to buy more cigarettes.” Don’t improvise. Write down your lines beforehand, rehearse them in private, and deliver them with the utmost sincerity. No cue cards.

4. It’s now time to pull off the con. “I’m going down to the corner store to get cigarettes. Be right back.” Ideally, you’ll be saying this to your wife. You can’t trust your children to get the message right, and the correct message is essential. You don’t want your family to think you’ve gone on a week-long hunting trip with your buddies, as you’re prone to do when that smothered feeling gets too overwhelming. It must be a simple run to the store for cigarettes or everything is ruined.

5. (Important: If your wife replies, “Cigarettes? Since when have you started smoking?” then call off the plan at once. You’ve been doing something wrong. You must now wait at least another three months, preferably six.)

6. Assuming everything has gone smoothly in Step Four, you can get in your truck and leave. You’re a free man again. Congratulations.

7. New life, here you come.

8. But first, stop at the store for a pack of smokes.


Fake Your Own Death



1. Take your family camping deep in the woods. Make certain it’s a time of year amenable to outdoor activities. To go camping in the dead of winter will only cause warning bells to go off in the minds of your so-called loved ones. Curb your impatience and play the waiting game. Or online poker.

2. The flowers are in bloom, the birds are singing, and your weary spirit, burdened for so long by familial pressures and responsibilities you had never imagined, is ready to soar again. As you’re making camp with the wife and kids, remark on the beauty of nature, the timelessness of the earth itself, and the ever-present danger of ravenous bears. Especially the part about the bears. (This will be important later.)

3. Take everyone on a hike during which you happen to notice curious tracks in the dirt. Feign interest long enough for one of your family members to ask what kind of animal it was. “A bear,” you say, looking pensively into the woods. “A ravenous bear.” Your previous hunting trips will grant you authority in this situation, even though you spent all your time in the cabin getting drunk.

4. Take your family fishing at a nearby stream. Catch several fish (salmon, if possible), cook them for supper, and casually mention that bears can scent a fish for up to eight miles. As darkness falls, proceed to tell tales around the campfire. Each and every tale should prominently feature a bear.

5. As your children retire to their separate tent, tell your wife you’ll join her in your own tent after a quick trip to water the bushes. Take off your sweatshirt, quietly rip it to shreds, and deposit it where you’re certain it will be found in the morning. It wouldn’t hurt to leave your hat as well, and possibly a shoe. Resist the urge to create a commotion. Don’t shake the bushes, don’t scream bloody murder, and above all do not make growling sounds.

6. Escape into the woods and attempt to find your way back to civilization. This will be extremely difficult in the dark, with little or no food and water, and only one shoe. There’s also the very real possibility that you’ll encounter a ravenous bear.

7. When you eventually reach some dust-filled hamlet, you may consider yourself liberated at last. It was a long journey, both literally and figuratively, but it was worth it. You may want to stop at the only gas station in town and inquire on the availability of a job and a room to rent out back.

8. If you’re still hopelessly lost in the woods at this point, might as well make the best of it and become a mountain man. It’s better than being back home, and you know the food will be better.



Alien Abduction


1. It’s late at night.

2. You’re driving home.

3. Call your wife and tell her you see a strange light in the sky.

4. Hang up in the middle of the call.

5. Leave the car on the side of the road.

6. Hitch a ride somewhere.

7. Anywhere.

ide for deadbeats.

Sunday, December 21, 2008

Wednesday, December 03, 2008

Entenda a disputa pela terra entre palestinos e israelenses

Israel e a Palestina

A questão palestino-israelense se reduz essencialmente à questão da terra - quem pode viver nela e quem controla seu uso. A isso têm se sobreposto questões de direitos humanos e direito internacional, afetadas pelo ressentimento e pela desconfiança mútuos após décadas de violência. Contesta-se cada fato, cada estatística, cada argumento e cada interpretação jurídica de cada resolução, sentença e documento. O que é incontestável é que os dois lados usaram e usam de assustadora violência um contra o outro e que não só os combatentes, mas também os cidadãos comuns, têm sofrido.

Os assentamentos israelenses na Cisjordânia se iniciaram em 1968. No começo do século 21, havia 400 mil israelenses vivendo em Gaza e na Cisjordânia (inclusive Jerusalém Oriental). Em muitos casos, o que denominavam assentamentos ou colônias já eram cidadezinhas bem estabelecidas.

Todas são ilegais pela Quarta Convenção de Genebra (1948), parte do que antes se chamava Lei da Guerra e hoje se conhece como direito humanitário internacional. A Quarta Convenção proíbe que os Estados assentem população civil em território ocupado. Tudo o que se faça com esse fim será ilegal, incluindo o que perpetue a situação. Foi essa a base do parecer de 2004 do Tribunal Internacional de Justiça que considera ilegal o muro que está sendo construído como barreira de segurança entre Israel e a Cisjordânia, pois partes de seu traçado ligam assentamentos ao território principal de Israel.

Em 1988, o Conselho Nacional Palestino (CNP), órgão legislativo da OLP, foi convencido pelo líder da organização, Yasser Arafat, a reconhecer as fronteiras israelenses de 1949. Isso implicava desistir de reivindicar a soberania sobre 78% da Palestina histórica e concentrar a luta na Cisjordânia e em Gaza.

Os israelenses, porém, tinham o direito de duvidar da firmeza dessas intenções, já que não se tomara nenhuma providência para alterar a Carta Nacional Palestina. Afinal, em 2006 o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) ainda não reconhecera Israel como Estado legal quando formou o novo governo da Autoridade Palestina (AP). A maioria dos observadores internacionais, entretanto, acreditava que, em alguma medida, isso acabaria acontecendo, mesmo que o Hamas adotasse uma designação para distinguir o legal do que considera legítimo.

Para os palestinos, a questão não é apenas a presença de colonos na Cisjordânia e (até 2005) em Gaza. É o controle israelense do território, o uso israelense dos recursos hídricos, as limitações que tudo isso impõe às suas perspectivas econômicas, a maneira pela qual são tratados pelas forças israelenses. A dignidade e a esperança dos palestinos, tanto como comunidade quanto como indivíduos, estão sob ataque permanente. Daí o ímpeto de revidar e levar a guerra aos civis israelenses. E, como é típico nos conflitos persistentes, as medidas que Israel toma para neutralizar a ameaça de violência acabam exacerbando o problema subjacente, mesmo que tenham algum impacto a curto prazo no reforço à segurança de Israel.

A Intifada e a Política

A Primeira Intifada foi um movimento popular que opôs às Forças Armadas de Israel jovens que atiravam pedras. As imagens que ela gerou conquistaram solidariedade internacional. A reputação de Israel fora prejudicada pela intervenção no Líbano em 1982, e agora o país encarava o risco do isolamento externo. O governo americano forçou Israel à conferência de paz de Madri, em 1991, mas esta logo empacou. Uma discreta iniciativa norueguesa, em 1993, teve mais sucesso. Israel queria uma maneira de se livrar da Intifada, e a OLP queria voltar do exílio tunisiano para a Palestina. Iniciou-se em Oslo, e assinou-se formalmente na Casa Branca, o acordo para estabelecer um processo de paz em etapas, que daria gradualmente mais autonomia aos palestinos.

A Intifada acabou e a OLP voltou para casa, mas não se instalou a paz verdadeira. O acordo de Oslo adiou as questões difíceis, segundo a teoria de que a concordância imediata sobre os problemas mais simples facilitaria depois a concordância sobre os mais complicados. Não era má teoria, só que, no caso, não funcionou. Militantes de ambos os lados enxergaram concessões demais e benefícios de menos. Os assentamentos não foram fechados e, a partir de 1996, começaram a expandir-se de novo, e houve insegurança e mortes de ambos os lados; aliás, mais israelenses morreram nos seis anos posteriores ao acordo de Oslo do que nos seis anteriores.

Outros quatro anos de negociação renderam intermitente progresso rumo a um acordo, mas os ganhos foram sempre incertos, ainda que o nível de violência tenha diminuído em 1998-9. A Segunda Intifada foi desencadeada pela visita de Ariel Sharon, então líder do partido Likud, à área que os israelenses conhecem como monte do Templo e os palestinos, como Haram al-Sharif. Sharon era militar famoso, ex-ministro da Defesa, linha-dura em matéria de segurança e franco defensor dos assentamentos. A visita, fosse provocativa, fosse inocente, resultou numa explosão de protesto. De início, a Segunda Intifada foi como a primeira, mas ganhou impulso à medida que a Jihad Islâmica, o Hamas e as Brigadas de Al-Aqsa realizavam atentados suicidas. Em resposta, Israel reocupou partes da Cisjordânia, sitiando o quartel-general de Yasser Arafat, em Ramallah. Ambos os lados levaram a guerra aos civis da outra parte, e ambos se justificavam pelos atos do oponente. As ações dos militantes palestinos se mostraram mais letais que na Primeira Intifada, e houve menor simpatia internacional pelos palestinos, sem que Israel encarasse o isolamento que conhecera em 1987-93.

Durante os anos do acordo de Oslo, a Autoridade Palestina teve pouca oportunidade de estabelecer boa governança na Cisjordânia e Gaza; grande parte de sua receita chegava como ajuda internacional através de Israel, cujas forças de segurança eram onipresentes mesmo quando a situação era pacífica. Mas até as poucas chances da AP foram desperdiçadas com o nepotismo, a corrupção, a incompetência e a violação de direitos humanos.

Quando começou a Segunda Intifada, Israel atacou e enfraqueceu tanto as forças de segurança da AP que elas não teriam conseguido agir de modo assertivo contra os atentados suicidas, mesmo se o desejassem.

A desilusão com a AP produziu apoio ao Hamas, fundado em 1988 a partir de um movimento de assistência social que surgira da Irmandade Muçulmana. Se a AP parecia incompetente, corrupta e fraca contra Israel, o Hamas passava a impressão de ser competente, limpo e forte. A morte de Arafat (2004) liberou a opinião pública palestina da lealdade ao movimento dele; em janeiro de 2006, o Hamas venceu as eleições da AP. Israel também está politicamente dividido. O abismo entre os partidários e os opositores do acordo de 1993 com a OLP foi grande, profundo e marcado pela agressividade. A sorte eleitoral oscilava entre o Likud e os trabalhistas. À proporção que avançava a Segunda Intifada, muitos israelenses passaram a ver os habitantes dos assentamentos não mais como heróis, mas como parte do problema. Mesmo entre os mais determinados defensores da ocupação da Cisjordânia e de Gaza cresceu o reconhecimento de que teria de haver ao menos uma retirada parcial, entre eles o próprio Sharon. Para adotar essa opção, ele precisou sair do Likud e formar outro partido, o Kadima ("Avante"). Embora sucessivos derrames tenham tirado Sharon da política, seu partido foi o mais votado na eleição de março de 2006. Naquele momento, a tarefa do Kadima era formar um governo de coalizão que implementasse a retirada limitada.

O Plano de Paz

Como primeiro-ministro, Sharon concluíra que a OLP não era um oponente com que valesse a pena negociar e resolvera impor um plano unilateral de paz. Este, anunciado em 2004, implicava a retirada de todos os assentamentos israelenses em Gaza e de alguns na Cisjordânia. Apesar da resistência dos colonos, a retirada de Gaza se concluiu em 2005. Da perspectiva palestina, os ganhos não foram reais: Israel abriu mão de 49 km2 e, no mesmo período, tomou 60 km2; em 2005, 8.500 colonos judeus deixaram Gaza e 14 mil se mudaram para a Cisjordânia.

Impor um plano de paz é tarefa espinhosa, que se mostra realista apenas quando o lado insatisfeito não tem absolutamente nenhuma opção de revide. O poderio militar de Israel é avassalador se comparado ao da AP e de todos os grupos armados palestinos combinados. E o muro que está sendo construído como barreira de segurança se destina a ser não apenas marco fronteiriço, mas também defesa contra infiltrações. No entanto, não é nada certo que o muro e a força militar avassaladora sejam suficientes para impedir que os homens-bomba cheguem a alvos civis em Israel. Se essas medidas fracassarem, os líderes israelenses talvez acabem lastimando os problemas inerentes ao plano geral de segurança elaborado em 2004-5.

Partes importantes do plano não estavam claras; por exemplo, se os palestinos teriam acesso ao vale do Jordão. Informações oficiais israelenses revelavam que eles ficariam presos entre o muro e o vale, com suas terras divididas em três áreas principais (uma ao norte de Nablus e Tulkarm, da qual as forças israelenses se retirariam; outra entre Nablus e Jerusalém;e a terceira ao sul de Jerusalém), além da zona ao redor de Jericó.

Cada uma delas seria cortada por estradas israelenses, que se destinariam primordialmente aos colonos e aos militares. Muros ao longo de algumas dessas estradas tornariam impossível atravessá-las a não ser nos postos de controle. Perto das estradas, não se permite nenhuma atividade agropecuária, construção ou obras. O traçado do muro faz que muitos assentamentos (inclusive zonas onde a construção de colônias está prevista mas ainda não foi executada) fiquem em contato direto com o território de Israel propriamente dito, dividindo terrenos agrícolas e tomando mais terras da Cisjordânia (incluindo as áreas onde moram palestinos).

Israel alega necessidade de segurança, mas a consequência dessas medidas é tornar mais difícil o cotidiano dos palestinos, complicando o comércio e enfraquecendo a economia. Pelo que se depreende do plano, a região palestina não estaria unificada e não poderia ser governada com eficiência. O risco é que tais condições continuem a alimentar o ressentimento e o ímpeto de retaliar.

Os partidos políticos israelenses a favor de abandonar parte dos assentamentos estavam divididos a respeito de como fazê-lo. O Kadima, com o bom desempenho na eleição de 2006, dispunha-se a prosseguir sem negociações, considerando o Hamas um parceiro ainda mais inaceitável que a OLP. Por outro lado, se o Hamas não corresponder às expectativas palestinas, talvez surja uma alternativa mais radical, da mesma maneira que o Hamas e a Jihad Islâmica foram a alternativa radical à pragmática OLP."

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"Atlas do Oriente Médio"
Autor: Dan Smith
Editora: Publifolha

Thursday, November 27, 2008

Angels

within temptation

Wednesday, November 19, 2008

Wednesday, November 12, 2008

SER ESPIRITUAL


Ser espiritual não é ajoelhar-se numa igreja e repetir mecanicamente vinte vezes uma determinada oração, nem assistir por obrigação a uma cerimónia ou ritual religioso.
Ser espiritual é entender como você, ser humano, só com a sua presença tem o poder de mudar a vida do mundo inteiro... só com um simples sorriso pode alegrar a vida de uma pessoa que esteja muito triste... só com um abraço pode reconduzir alguém extraviado para o seu lar...
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Há muitas maneiras de ser espiritual e o exercício da espiritualidade acontece com a prática de atitudes ligadas ao Amor.
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Todo o líder ou dirigente obviamente tem que conduzir alguém e, portanto, precisa ter um seguidor. Quem são os seguidores? São aquelas pessoas que se encarregam de dar corpo para a experiência que o dirigente recebeu e dirigiu... justamente para que outros consigam o potencial necessário para concretizá-la.
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«Por que será que eu preciso depender dos outros ? pergunta um seguidor. Será que nunca poderei dar o primeiro passo? Por que sempre tenho que estar à sombra dos outros? Como posso ser espiritual, se sinto uma insegurança que não me permite conciliar as minhas necessidades com as dos demais?»
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O seu grande potencial é justamente o espírito de colaboração que possui. É o que faz com que você seja único e também é o que caracteriza a sua missão de vida: a sua disposição em dispôr da energia necessária de cooperação que ajuda a materializar um objectivo que também é compartilhado por outras pessoas... Por conseguinte, a sua energia será somada à dos outros – que, como você, estão a colocar a intenção ao serviço de uma causa compartilhada. Consequentemente, o que seria do condutor sem você? Não seria ninguém. Se um líder não possui seguidores, a quem poderá conduzir? Com o espírito de colaboração mútua, é disponibilizado ao dirigente o que ele precisa para materializar a sua missão... enquanto o dirigente lhe transmite o ensinamento de vida que precisa para alcançar a sua própria visão: a de que você poderia ser algo mais do que um cooperador, de que poderia alcançar o seu próprio poder: o de dirigir a sua própria vida e decidir quando e como fazer a sua vontade...
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Também poderíamos analisar o papel de um executivo, de um empresário ou de um comerciante... Na sua sociedade, estas pessoas costumam ser etiquetadas de "materialistas". Em alguns dos seus cenários, quando alguém chama uma pessoa de "materialista", parece que está a insultado ? É mau ser materialista?"
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«Eu me considero muito espiritual... mas também reconheço que sou materialista. Por causa disto, sinto uma grande necessidade de ter êxito na vida e de ser reconhecido por minhas conquistas materiais. Isto faz com que eu persiga a multiplicação do meu património, pois assim estarei em condições de oferecer segurança material a todos aqueles que dependem economicamente de mim. Porém, às vezes me sinto impuro, ainda mais quando tenho que impôr – talvez de um modo rude – os meus critérios materialistas para pessoas que não entendem que essa é a minha natureza, como também uma das minhas virtudes. Será possível eu conseguir conciliar o meu potencial humano de materialização com a busca do equilíbrio espiritual?»
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Já parou para pensar que foi graças a sua habilidade de construir realidades que levou as pessoas do seu entorno a dependerem de você para alcançar objectivos concretos ou ampliar recursos materiais? Por quê? Porque você, com o seu toque de Midas, transforma em ouro tudo o que toca! Já pensou quantas pessoas invejam o seu toque de Midas? Invejam porque não sabem qual é o segredo que você possui para conquistar tudo o que consegue. Pensou no alcance de tudo o que você está ensinando àqueles que não sabem como fazer? Sabia que você se converte em um mestre da arte da materialização de bens tangíveis diante destas pessoas? Elas gostariam de o "copiar" porque, no fundo, questionam qual é o seu segredo. Elas desejam aprender com você. Aí que entra em jogo a atitude espiritual. Se você, empresário, executivo, comerciante, banqueiro – entende que o seu papel nesta vida não é somente produzir riquezas a granel, mas também ensinar outras pessoas a produzi-las... com o seu exemplo terá se convertido em um verdadeiro mestre na arte da materialização... e isto, meus amigos, "é espiritual".
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Autor: Kyron

Thursday, November 06, 2008

Wednesday, November 05, 2008

Sunday, November 02, 2008

A ARTE DA CONVIVENCIA

Conta uma lenda dos índios sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho feiticeiro da tribo e pediram:
- Nós amamo-nos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta ficar sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?
E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Há o que possa ser feito, ainda que sejam tarefas muito difíceis.
Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia apenas com uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!
Os jovens se abraçaram com ternura e logo partiram para cumprir a missão.
No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves.
O velho tirou-as dos sacos e constatou que eram verdadeiramente formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido.
E agora, o que faremos? Os jovens perguntaram.
-Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.
Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros. A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno.
Minutos depois, irritadas pela impossibilidade do vôo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se guerrearem.
Então o velho disse:
-Jamais esqueçam o que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se como também, cedo ou tarde, começarão a magoarem-se um ao outro.


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Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados.


Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas.

We Sing the Forest Electric

Hunting - Lewis Black

Lewis Black - The Old Testament